• 21/02/2019

    Cidade fundada por Curitibanos pode se tornar a 4ª maior econômia do Rio Grande do Sul |

    Por: Alison Henriue Machado O Rio Grande do Sul possui mais de 800 cidades, e Passo Fundo no planalto médio — é uma daquelas dezenas que se confundem com o Paraná devido suas raízes curitibanas fortemente notórias no linguajar leite-quentês e nos costumes herdados pelo mister curitibano criatório-tropeirismo, e até mesmo por combater os farrapos sob liderança curitibana, mas se destaca atualmente das demais pois — pode tornar-se a 4ª maior economia do Estado. Segundo o relatório da Fundação Getúlio Vargas (FVG) citado pelo Portal Diário da Manhã (diariodamanha.com), seu Monitor do Produto Interno Bruto (PIB) mostra um crescimento de 1,1 em 2018 e Passo Fundo pode tornar-se a 4ª maior economia do estado gaúcho. Atualmente é a 6ª. Passo Fundo, cria curitibana! Nos interessa, no entanto, destacar as origens passo-fundenses, afinal, quem não conhece seu passado não pode projetar o futuro. Várias cidades gaúchas foram fundadas, na verdade, por famílias curitibanas. A história do planalto médio e de Passo Fundo é tão estreita com o Paraná que durante a Revolução Faroupilha, quase por unanimidade, seus povoadores combateram os farrapos, aliás, era um Rio Grande a parte, com laços curitibanos. A comarca de Curitiba tinha motivos políticos e econômicos para combater os republicanos. Políticos) muito antes da revolução dos farrapos a elite curitibana almejava sua autonomia de São Paulo, e fizera um pacto com o Império: combater os movimentos farrapo e liberal-paulista em troca da emancipação. Muitos capitães curitibanos migraram para o RS com suas famílias; Econômicos) os curitibanos mantinham intercâmbio comercial com argentinos e uruguaios, pela Estrada das Missões (aberta pelos próprios curitibanos) importavam muares e charque e foram povoando toda porção sulina para invernar o gado, e pelos portos de Antonina e Paranaguá exportavam erva-mate aos platinos. O primeiro morador de Passo Fundo foi o curitibano nato Capitão Neves e sua família (também curitibana); seu neto, o José Fabricio das Neves, foi maragato e fugiu para o Irani, no Contestado, à época distrito de Palmas-PR, atualmente município de SC, reforçando o laço curitibano nos três estados meridionais. Passo Fundo foi curitibana, foi “traidora” da causa farroupilha, e hoje é pólo do Planalto Médio, é a 6ª maior econômia gaúcha entre mais de 800 cidades existentes no Rio Grande. O portal Campos Curitibanos saúda a história curitibana de Passo Fundo e do Planalto Médio do Rio Grande do Sul. Relacionado Texto original Campos Curitibanos

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  • O arbitrário apreço do PT à democracia
    19/02/2019

    A importância da Reforma da Previdência: uma questão de matemática e não de ideologia! – Dados de 2018 Atualizados

    Muito já se falou sobre a reforma da previdência e sua importância, sendo esse tema um dos principais no debate político e econômico nos últimos tempos. Mas reforçar os números para que se tenha uma dimensão da magnitude do problema é bastante importante. É necessário repetir esses números, além de atualizá-los, para se observar que, caso nada seja feito, os problemas se tornarão cada vez mais graves. Essa questão não é ideológica e sim matemática! Ano passado escrevi o artigo “Reforma da Previdência: uma questão de matemática e não de ideologia!”, aqui no Blog do Instituto Liberal. Agora faço uma atualização dos dados do RGPS (setor privado) e RPPS (setor público, nível federal) para o ano de 2018. Para os déficits das previdências estaduais, tema também de artigo meu aqui no IL, “Déficit da Previdência: Uma Preocupação Também dos Estados!”, ainda não há a consolidação final para os dados de 2018. Em 2017, o déficit da previdência dos Estados foi de R$ 94 bilhões. Ano passado, a Previdência Social (incluindo o RGPS – Regime Geral de Previdência Social e o RPPS – Regime Próprio de Previdência Social, ou seja, funcionários da iniciativa privada e servidores públicos da União, considerando-se civis e militares) apresentou um déficit de R$ 279,2 bilhões, o equivalente a 4,1% do PIB, sendo 30% desse déficit correspondente ao setor público federal e 70% do déficit do setor privado (RGPS). Só que enquanto os benefícios pagos do setor privado foram para mais de 30 milhões de pessoas (do setor urbano e rural), os benefícios do RPPS foram para pouco mais de um milhão de servidores públicos federais (civis e militares). Por isso que um dos principais pontos da reforma (seja a anterior, do Governo Temer, ou a atual, do Governo Bolsonaro) é justamente acabar com essa diferença, garantindo que todos seguirão regras semelhantes, o que não ocorre atualmente, já que os funcionários públicos federais podem se aposentar com salários superiores a R$ 20 mil por mês, e a maior parcela dos brasileiros, que integram o Regime Geral de Previdência Social, se aposenta com o salário máximo de R$ 5,5 mil. Em 2018, o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), teve um déficit de quase R$ 200 bilhões (R$ 195,2 bilhões, para ser mais exato)!! Para efeitos de comparação, esse déficit cresceu 170% nos últimos dez anos, já que era pouco superior a R$ 70 bilhões (em preços de dezembro de 2018, deflacionados pelo INPC) em 2009. O déficit passou de 1,3% do PIB em 2009 para 2,9% do PIB em 2018. Isso ocorreu já que a arrecadação líquida praticamente se manteve estável (passou de 5,5% do PIB para 5,7%, nesses dez anos), ao passo que os benefícios pagos cresceram de 6,7% do PIB para 8,6%. Dentre o RGPS, pode-se separar entre trabalhadores rurais e urbanos. O déficit dos trabalhadores urbanos corresponde a 42% do déficit do RGPS, contra 58% dos trabalhadores rurais. Isso acontece porque a arrecadação dos trabalhadores rurais é baixa (menos de R$ 10 bilhões), contra mais de R$ 120 bilhões de benefícios pagos. Dos mais de 30 milhões de beneficiários do RGPS em 2018, quase […]

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  • O arbitrário apreço do PT à democracia
    15/02/2019

    Mises e Hayek contra Keynes – segundo José Osvaldo de Meira Penna

    É curioso notar que Ludwig von Mises, que morreu em 1973, e Friedrich Hayek, falecido em 1992, não são mencionados na prestigiosa Enciclopedia Britannica, na edição de 1968 que possuo. Essa edição veicula, todavia, um capítulo escrito pelo professor americano D. Dillard sobre o capitalismo, onde esse sistema econômico é condenado a desaparecer, vencido pelo planejamento socialista de estilo soviético. Dillard foi autor de um livro sobre a teoria econômica de John Maynard Keynes, refletindo o prestígio que o economista inglês adquiriu, nos anos quarenta a sessenta, como “salvador do capitalismo” e profeta do planejamento e do intervencionismo estatal. Mises, Hayek, Friedman, Buchanan e os outros modernos economistas liberais são mal conhecidos nesta terra. A obra dos dois primeiros, que se colocam entre os maiores pensadores do século, está aos poucos se difundindo entre nós, graças sobretudo ao trabalho meritório dos Institutos Liberais. A obra monumental de Mises, Ação Humana, que data de 1949, só agora foi traduzida graças aos esforços daquele Instituto do Rio de Janeiro. Pode-se adiantar que a total contaminação das universidades brasileiras pela pseudo-economia de Marx e do governo brasileiro pelas ideias ambíguas e incoerentes de Lord Keynes são responsáveis pelo estado lastimável de nossas finanças e pela fragilidade de nossas expectativas de ingresso na Modernidade. A. Pedreira de Cerqueira, secretário-geral do Instituto Liberal de Minas Gerais, foi levado a declarar que “ou o Brasil acaba com a Unicamp ou a Unicamp acaba com o Brasil”. Alimento minhas dúvidas se o próprio presidente Collor já se haja convencido disso ao demitir a zelosa Zélia e sua patota. Keynes ficou famoso entre as duas guerras, por lhe haver sido atribuída a superação da Grande Depressão. Mises e Hayek provaram posteriormente, a contento, que as medidas keynesianas de Roosevelt de nada serviram para liquidar com o dramático fenômeno, responsável em parte pela catástrofe de 1939-1945. O nacionalismo, o protecionismo e as iniciativas financeiras errôneas tomadas pelos governos ocidentais foram os motivos do agravamento desastroso do que não teria passado de uma mera crise cíclica passageira. “Não se pode ser bom economista sendo só economista”, afirma Hayek. Foram fatores políticos e não econômicos, na metástase ideológica provocada pela universalização do nacional-socialismo nos anos 30, em seu verdadeiro sentido, o que determinou no Ocidente o colapso da economia. Alemanha nazista, Rússia comunista, Itália fascista e os bandos ululantes de seus seguidores foram, ao mesmo tempo, resultado e causa da psicologia demoníaca que se apossou dos povos da Terra e os manteve sob seu domínio hipnótico, até estes últimos anos. Hoje, salvo os brasileiros e alguns poucos patetas retardatários de outras bandas, quase todo o mundo acredita que a livre economia democrática capitalista, ou o que Adam Smith chama de “economia natural”, é o método adequado para o mais justo e rápido desenvolvimento. O próprio ex-presidente Gorbachev afirmou que a economia de mercado “já existe há muitos séculos. É um invento da civilização” (mas será que o deputado Roberto Freire já se deu conta disso?). Na obra de 1944, a que ninguém na época prestou atenção, O Caminho da Servidão, Hayek procurou provar os perigos da intervenção estatal. É verdade, sem […]

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  • 15/02/2019

    Tombo do Rocio

    Texto original Campos Curitibanos

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