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Por que Israel deve acabar com o poder destrutivo do inimigo sem ouvir a opinião de ninguém?

Por que Israel deve acabar com o poder destrutivo do inimigo sem ouvir a opinião de ninguém?

09/05/2019

Por que Israel deve acabar com o poder destrutivo do inimigo sem ouvir a opinião de ninguém? Israel usa um escudo contra os mísseis palestinos para impedir que seus cidadãos morram. A taxa de eficácia é de 86%. Israel usa panfletos para avisar aos palestinos que está retaliando para impedir também que eles morram. Só Israel se preocupa com a vida dos dois povos, os terroristas palestinos estão se lixando para a vida dos israelenses e do seu próprio povo. Isso é uma luta desigual e deve acabar, porque é imoral. Proteger o inimigo que quer te aniquilar, significa abdicar do próprio direito de legítima defesa. Direito esse que está baseado no princípio de que a nossa própria vida e a dos que amamos é o maior padrão de valor que há. Leia também:  Está na hora de falarmos sobre privatizações Se Israel resolver proteger a vida dos que o atacam, terá que fazer incursões terrestres colocando em risco as vidas dos seus próprios cidadãos. Quem não percebe a imoralidade disso não tem eticamente a própria vida como mais elevado padrão. Há quem diga que Israel deve buscar o consenso na comunidade internacional ou até mesmo a aprovação da ONU para que possa liquidar totalmente as ameaças que os terroristas da Jihad Islâmica e do Hamas impõem constantemente aos israelenses. Isso é um erro. É imoral colocar a defesa da sua vida sob a dependência da opinião alheia. Os terroristas da Jihad e do Hamas não perguntam ao mundo se é legítimo atacar Israel. Logo, mas não apenas por esse motivo, Israel deve acabar com qualquer ameaça a sua existência retaliando até eliminar o poder destrutivo do inimigo sem ouvir a opinião de ninguém, a não ser a do seu próprio povo, principalmente os que lutarão nos conflitos. Leia também:  Cuidado: você pode ser um radical de extrema-direita sanguinário e nem saber Foi assim que os americanos e aliados acabaram com os nazistas alemães e fascistas japoneses, não fizeram um trabalho pela metade. E mais, ao terem exterminado as forças do mal, puderam reconstruir as duas nações sobre uma nova base filosófica, presenteando esses dois povos com instituições e capital que lhes propiciaram um futuro próspero, caracterizado por um modo de vida civilizado. O mesmo não aconteceu com o confronto na Coréia que, prematuramente encerrado, permitiu que se consolidasse um regime totalitário que ameaça à existência da Coréia do Sul e a paz mundial até hoje, passados mais de 60 anos. Leia também:  Imposição de futebol feminino goela abaixo: saiba a quem isso interessa O mesmo pode se dizer da condescendência com a União Soviética que escravizou sociedades inteiras espalhando perversamente a miséria e a morte através da opressão. De fato, se depender da opinião pública e da ONU, eivadas de ressentimento, de anti-semitismo e de anticapitalismo, Israel nem deveria existir. Texto original Instituto liberal

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Por que a regulamentação econômica pode ser muito ruim para a sociedade?

Por que a regulamentação econômica pode ser muito ruim para a sociedade?

09/05/2019

Por que a regulamentação econômica pode ser muito ruim para a sociedade? Regulação ou regulamentação significa imposição de regras, normas ou leis. Ela se dá, então, por via legislativa ou administrativa. Desregulamentação corresponde à redução ou eliminação das normas existentes. No caso brasileiro, propor uma redução das regras vigentes equivale a reconhecer que elas superabundam entre nós, aumentando desnecessariamente os custos de transação, engessando os mercados, deformando a estrutura de estímulos e desestímulos para produzir, desalentando a iniciativa privada, comprometendo a eficiência média da economia e, consequentemente, o bem-estar material dos brasileiros. É sabido que não há possibilidade de vida grupal ou social sem um conjunto de regras de conduta, sejam elas formais ou informais. Trata-se de um fato de validade universal, independente da história, geografia, etnia, cultura e do nível de renda. Ele se impõe entre virtuosos e pecadores, valem tanto para o Exército da Salvação como para qualquer “máfia” ou grupo de detentos. É igualmente sabido que qualquer tipo de ordem concebida como conjunto de normas de conduta é melhor do que a anomia, isto é, a ausência de normas. Mas é forçoso reconhecer que alguns tipos de ordem social podem ser melhores que outros, especialmente se o critério de avaliação se baseia não apenas na sobrevivência do grupo ou país, mas também na sua capacidade de oferecer a seus membros melhores condições de vida e maior longevidade. Critério de avaliação equivalente é o da capacidade que tem essa ordem social de ensejar aos membros da comunidade “a busca individual, em segurança, da felicidade”. É equivalente porque são exatamente as sociedades propiciadoras dessa condição as que caminham no rumo da prosperidade. Não se trata de hipótese ou ato de fé, mas de realidade histórica fundamentada em evidência empírica. Conforme se disse antes, não há possibilidade de vida grupal num vácuo normativo (estado de anomia). Mas tampouco há sobrevivência social satisfatória com excesso de regulação. Da mesma forma que a vida individual necessita de de água para sobreviver, mas também pode acabar por excesso dela, a sobrevivência social se torna precária com excessos regulatórios que entorpecem e degradam a ação humana. Deve haver, então, um grau ótimo de ordenamento que, além de assegurar a sobrevivência social, possa oferecer às pessoas as melhores condições possíveis de vida. A história nos tem ensinado que esse ponto ideal é encontrado quando o governo e sua contrapartida, o processo político de decisões coletivas, se limitam a fazer aquilo que o mercado e sua contrapartida, o processo de decisões individuais, não são capazes de fazer a custos sociais suportáveis. Num país onde os problemas econômicos são em sua grande maioria solucionados pelo mercado, caberia ao governo apenas algumas importantíssimas tarefas: administrar a lei, manter a ordem pública, zelar pela segurança, desempenhar funções diplomáticas e cuidar dos problemas envolvendo externalidades e bens públicos. Nos casos de externalidades e bens públicos, há diferenças entre custos e benefícios sociais e individuais, de maneira que, deixados a cargo do mercado, há a possibilidade de haver menos oferta de certas coisas do que o desejável (por exemplo, saúde pública e segurança) e mais de outras (por exemplo, poluição). Num país onde os problemas econômicos […]

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