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Série Heróis da Liberdade: David Hume

Série Heróis da Liberdade: David Hume

07/05/2019

Série Heróis da Liberdade: David Hume Meu homenageado de hoje da série ‘Heróis da liberdade’ é David Hume (07 maio de 1711 – 25 de agosto de 1776). Filósofo, historiador, economista e ensaísta escocês, é considerado por muitos um dos maiores expoentes do iluminismo britânico, movimento que legou ao Ocidente uma forte tradição de liberdade, da qual desfrutamos até hoje. Suas principais obras filosóficas – Um Tratado sobre a Natureza Humana (1739-1740), Investigações sobre o Entendimento Humano (1748) e sobre os Princípios da Moral (1751) permanecem ampla e profundamente influentes até hoje. Sua influência é evidente, por exemplo, na filosofia moral e nos escritos econômicos de seu amigo íntimo: Adam Smith. “Não existe liberdade de escolha, a menos que haja liberdade para recusar.” “Os homens freqüentemente agem conscientemente contra o seu próprio interesse.” “É raro que a liberdade de qualquer tipo seja perdida de uma só vez. A escravidão tem um aspecto tão assustador para os homens acostumados à liberdade, que ela deve roubá-los gradualmente, e deve se disfarçar em mil formas, para ser recebida.” “Um homem sábio expressa sua crença na evidência.” “Todo governo sábio, justo e moderado, ao tornar fácil e segura a condição de seus súditos, sempre será mais abundante em pessoas, assim como em mercadorias e riquezas.” “Nada parece mais surpreendente para aqueles que consideram os assuntos humanos com um olhar filosófico do que a facilidade com que muitos são governados por poucos; e a submissão implícita, com a qual os homens renunciam a seus próprios sentimentos e paixões aos de seus governantes.” “Ninguém pode duvidar que a convenção para a separação da propriedade e para a estabilidade da posse é, em todas as circunstâncias, a mais necessária para o estabelecimento da sociedade humana, e que após o acordo para a fixação e observação desta regra, permanece pouco ou nada a ser feito para estabelecer uma perfeita harmonia e concordância.” Leia também:  Neurociência, tomada de decisões e a responsabilidade dos CEOs em tragédias “Quem não vê, por exemplo, que tudo que é produzido ou aperfeiçoado pela arte e pelo trabalho de um homem deve ser-lhe assegurado como seu, a fim de encorajar esses úteis hábitos e realizações? Ou ainda, que a propriedade deve passar por herança para os filhos e parentes, tendo em vista o mesmo útil propósito? Que ela deve poder ser alienada sob consentimento, para gerar o comércio e o intercâmbio que são tão benéficos para a sociedade humana? E que todos os contratos e compromissos devem ser diligentemente cumpridos a fim de assegurar o mútuo crédito e confiança que tanto promovem o interesse geral da humanidade?” “Poucos prazeres são dados pela mão aberta e liberal da natureza; mas pela arte, trabalho e indústria podemos extraí-los em grande abundância. Assim, as ideias de propriedade tornam-se necessárias em toda a sociedade civil.” “Por mais iguais que se façam as posses, os diferentes graus de habilidade, atenção e diligência dos homens irão imediatamente romper essa igualdade. E caso se refreiem essas virtudes, a sociedade se rebaixará à mais extrema indigência e, em vez de impedir a miséria e a mendicância de uns poucos, torna-las-á inevitáveis para […]

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