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Nova Previdência: os vícios clássicos da ignorância e da imoralidade

Nova Previdência: os vícios clássicos da ignorância e da imoralidade

06/05/2019

Nova Previdência: os vícios clássicos da ignorância e da imoralidade A recusa de aceitar a Nova Previdência baseada em capitalização, contas individuais e gestão privada, decorre de dois vícios clássicos que afligem o ser humano: ignorância e imoralidade. Ignorância, porque a maioria não sabe que capitalização é melhor que partição; que contas individuais é melhor que um fundo comunitário; e, que gestão privada é melhor que gestão pública. Capitalização, o dinheiro é investido e gera rendimentos. Partição, o dinheiro é gasto com terceiros. Contas individuais são propriedade do beneficiário, fundo comunitário não é propriedade de ninguém. Gestão privada está submetida à competição, enquanto a gestão pública submete os beneficiários à coerção. Imoralidade, porque numa previdência coletivamente estabelecida através do uso da força, às vezes de fraude, onde ninguém é dono de nada e todos metem a mão, o esforço, o mérito e os propósitos individuais se esvaem junto com o dinheiro pelo ralo. Leia também:  “Amor e Sexo” e o conservadorismo da sociedade brasileira Abandone os vícios, seja virtuoso, torne-se livre e independente dos outros e principalmente da coerção do estado. Quando você quiser e puder se aposentar, o fará com o dinheiro que juntou legitimamente, podendo olhar para o passado e para o futuro, orgulhosamente. Não bastasse isso, há mais. Uma nação formada por pessoas que valorizam a criação de valor e o investimento, em vez do gasto; que confiam na força produtiva do indivíduo, em vez da união faz a força; e, que acreditam na virtude das interações voluntárias do mercado, em vez do intervencionismo do estado, é uma sociedade de seres humanos que geram riqueza não só para si mas para todos. Leia também:  Saiba o que fazer para ajudar seu filho adolescente apaixonado pelas ideias socialistas Texto original Instituto liberal

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Pondé, Boulos e os erros dos liberais – VOXbrasilis

06/05/2019

Recentemente o filósofo Luiz Felipe Pondé criou um novo canal no youtube, cujo o nome é “Democracia na teia”. O projeto que inicialmente seria um canal para realizar entrevistas e debates com as principais lideranças políticas do país parecia até interessante, é importante que no atual cenário político brasileiro o debate de ideias se mantenha vivo, porém os clássicos erros que liberais e conservadores costumam cometer já começaram a aparecer. Hoje, dia 5 de maio de 2019, o convidado da vez foi o ex-candidato à presidência da república pelo PSOL e líder do MTST (movimento que invade e destrói propriedade alheia) Guilherme Boulos, para um diálogo sobre democracia, liberalismo e sobre o papel da esquerda na contemporaneidade. Muitos podem perguntar, mas qual é o problema disso, não seria bom fomentarmos o diálogo entre pessoas de diferentes ideologias? E é aí onde mora o conflito entre a ideologia e a política real. De fato, não há problemas em debater com pessoas de pensamentos diferentes, a grande questão é como se debate, com quem você debate e onde você debate. Antes de mais nada gostaria de deixar claro que gosto do Pondé, acompanho seu trabalho há bastante tempo e até mesmo já o defendi aqui no site quando foi injustamente atacado. Mas é necessário evidenciar seus erros e mostrar o quão prejudicial a postura ideológica em questão pode ser para o movimento liberal. Voltando ao tema, o grande problema nessa idealização do “diálogo entre os diferentes” é partir da falsa premissa de que o outro lado quer dialogar ou é uma pessoa intelectualmente honesta para tal, e é aí onde está a falha da maior parte dos liberais, ignorar o estudo da Guerra Política e da realpolitik como um todo. O Guilherme Boulos é uma pessoa que devido a todo o seu histórico, nós sabemos que não só não é aberto ao diálogo, como é uma pessoa que viola direitos alheios (mais especificamente o de propriedade) e é inimigo declarado das liberdades individuais, como podemos ver nas ocasiões em que ele defendeu abertamente a ditadura cubana e a ditadura venezuelana, regimes totalitários que praticam o extermínio sistemático da sua própria população. Tendo isso em mente, qual seria a maneira adequada de debater/líder com o Boulos? Primeiramente, conferir se há de fato a necessidade da realização desse debate, há debates que simplesmente não precisam ser feitos, é necessário analisar se haverá algum retorno para você em discutir com um invasor de propriedades. Caso não haja plateia para ser convencida, não faz sentido o desperdício de tempo. Agora, e se tivermos as condições favoráveis para que tal debate ocorra, como proceder? É necessário ter em mente que em um debate político, ao contrário do debate intelectual (onde os 2 lados visam chegar a verdade, independente da ideologia, o que não é o caso do Boulos), o seu principal objetivo deve ser sempre convencer a plateia ao seu redor (não o seu adversário) e é aí onde entra a Guerra Política. O estrategista e escritor americano David Horowitz (um dos fundadores da New Left e hoje ativista conservador) em sua obra “A arte da Guerra […]

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