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Série Heróis da Liberdade: Golda Meir

Série Heróis da Liberdade: Golda Meir

04/05/2019

Série Heróis da Liberdade: Golda Meir Minha homenageada na série ‘Heróis da liberdade’ de hoje não foi uma heroína apenas em sentido figurado, mas literalmente. Golda Meir (3 de Maio de 1898 — Jerusalém, 8 de Dezembro de 1978) foi uma das fundadoras e Primeira-ministra do Estado de Israel. Nascida um Kiev, migrou para Israel em 1921. Além de primeira-ministra, foi embaixadora israelense na extinta União Soviética, Ministra do Interior, Ministra das Relações Exteriores, Ministra do Trabalho e secretária-geral do Partido Trabalhista. Estava à frente do governo de Israel em seu momento mais dramático: a Guerra do Yom Kipur, na qual tropas egípcias e sírias atacaram Israel quando a população estava distraída pelas comemorações do Dia do Perdão. Seguem algumas de suas frases: Nós não queremos guerras mesmo quando ganhamos. A única maneira de eliminar a guerra é amar mais nossos filhos do que odiar nossos inimigos. Um líder que não hesite antes de enviar sua nação para a batalha não é adequado para ser um líder. Não é por acaso que muitos me acusam de conduzir assuntos públicos com meu coração e não com minha cabeça. Bem… Aqueles que não sabem chorar com todo o coração também não sabem rir. É verdade que vencemos todas as nossas guerras, mas pagamos por elas. Nós não queremos mais vitórias. Nós podemos perdoá-lo por matar nossos filhos, mas nunca podemos perdoá-lo por nos fazer matar seus filhos. Da Rússia eu não trouxe uma única lembrança feliz, apenas tristes e trágicas. O pesadelo dos Pogroms, a brutalidade dos cossacos acusando jovens socialistas, medo, gritos de terror. Como posso explicar a diferença entre a América e a Rússia? … a América que conheço é um lugar onde homens a cavalo protegem marchas de sindicalistas, a Rússia que eu conheço é um lugar onde homens a cavalo matam jovens socialistas e judeus. Leia também:  Um país que já é melhor O governo soviético é o regime mais realista do mundo – sem ideais. Não seja humilde … você não é tão bom assim. Os desertos do Oriente Médio precisam de água, não de bombardeiros. Não se pode e não deve tentar apagar o passado simplesmente porque ele não se ajusta ao presente. Eu dei instruções para que eu fosse informado toda vez que um dos nossos soldados fosse morto, mesmo que fosse no meio da noite. Quando o presidente Nasser deixar instruções para que seja acordado no meio da noite, se um soldado egípcio for morto, haverá paz. Os egípcios podiam correr para o Egito, os sírios para a Síria. O único lugar para onde podíamos correr era no mar, mas antes de fazermos isso, poderíamos lutar também. É sempre mais fácil, descobri, fazer as pessoas chorarem ou ofenderem do que fazê-las pensar. Mas o indivíduo não é uma ferramenta para algo. Ele é o criador de ferramentas. Ele é quem deve construir. Mesmo para o melhor propósito, é criminoso transformar um indivíduo simplesmente em um meio para algum fim último. Uma sociedade em que a dignidade do indivíduo é destruída, não pode esperar ser uma sociedade decente. A única alternativa à guerra é a […]

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Nossa relação com o estado é como a de uma mulher de malandro

Nossa relação com o estado é como a de uma mulher de malandro

04/05/2019

Nossa relação com o estado é como a de uma mulher de malandro Nossa relação com o estado é como  mulher de malandro. De que adianta ser bem tratada de vez em quando, com flores, presentes ou afagos, se é espancada sempre que reclama que tem seu dinheiro roubado da carteira ou que deve cumprir obrigações à força? A diferença entre a mulher de malandro e o pobre cidadão é que nossa união estável com o estado é compulsória, imposta unilateralmente por ele. É por isso que nós, vítimas dessa coerção, sancionamos nosso algoz para parecer que a relação é consentida. Só que não é. Leia também:  Os 6 grandes erros de João Dória, a última esperança dos tucanos O estado abusa por deter o monopólio da coerção nas suas mãos e nos submetemos a isso pela nossa covardia de não querermos enxergar a realidade e a natureza dessa relação. Argumentamos ceticamente para nós mesmos, como iríamos viver se isso fosse diferente? Eu respondo, infinitamente melhor. Numa relação verdadeiramente consentida, o estado só usa de coerção para inibir e combater a sua iniciação. O estado não quer tirar o nosso dinheiro só para nos satisfazer, como malandro que é, usa o que tira da gente para dar flores, presentear e afagar qualquer mulher que resolva lhe retribuir os favores. Leia também:  Ignorância econômica e voluntarismo político: uma mistura desastrosa Texto original Instituto liberal

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