MOVIMENTO SUL É O MEU PAÍS

STF abre sua própria lava-jato e varre tudo para baixo do TRE

14/03/2019

Votação polêmica e apertada, foi assim que o STF em sua maioria indicados nos governos Lula e Dilma esfaquearam e estriparam a operação LAVA-JATO, a operação que vem tentando colocar na cadeia corruptos de todas as estirpes e que já rendeu até filme devido ao poder alcançado a colocar inúmeros poderosos na cadeia e que agora os crimes comuns de campanha serão de responsabilidade do TRE que tem rotatividade de responsáveis o que pode atrasar e muito as condenações morosas brasileiras e desta forma inocentar acusados sem nem mesmo terem sidos julgados. Em nossos grupos adiantávamos como seria o novo governo e suas enormes dificuldades para conseguir governar e que teria que fazer concessões  e acordos condenáveis se quisesse avançar com o que prometeu em campanha, nesta semana estamos vendo notícias que apenas afirmam o que falamos a mais de 20 anos… O BRASIL NÃO TEM JEITO! O sistema é corrupto e age de forma vil capaz de passar por cima daqueles que pagam caro para ter a alcunha de brasileiros sem nenhum peso na consciência, ajudam aos seus a se sustentarem e se livrarem de condenações ficando  fácil roubar o povo subjugado e escravizado pelos altos impostos, taxas e contribuições que sustentam esse sistema monstruoso e assassino que mata milhões de pessoas todos os dias justamente naquilo que juram proteger e administrar e assim justificam os altos juros e impostos, tudo para sustentar esse mesmo sistema corrupto que cospe na cara do povo que o sustenta. Passou da hora de de buscar uma enorme alternativa ao sistema vigente, recomeçar do zero, inverter os poderes e trazer pra perto de nós o dinheiro arrecadado e o poder de julgar, chega de centralizar o poder em brasília, que nasceu pra se isolar e proteger aqueles que deveriam ser nossos empregados, mas como ficou claro no video onde mostra um dos ministros do STF( LEVANDOWSKI ), mandando prender um cidadão por dizer apenas algumas verdades A UM FUNCIONÁRIO DO PAÍS E NÃO A UM DEUS! SE VOCÊ TAMBÉM NÃO CONCORDA COM SISTEMA ATUAL BRASILEIRO JUNTE-SE A NÓS, ESPALHE E APOIE ESSE MOVIMENTO E VENHA CONOSCO BUSCAR UMA NOVA LIBERDADE ! Jefersson Candido Graduando em Biomedicina apaixonado por CRISPR e sistemas de informação Indignado desde criança com as injustiças brasileiras

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Armas para a defesa são as únicas formas de se inibir as armas que atacam

Armas para a defesa são as únicas formas de se inibir as armas que atacam

14/03/2019

Armas para a defesa são as únicas formas de se inibir as armas que atacam Medo, pavor e desespero perante a iminência de se tornarem vítimas de um ataque imprevisto dominam as mentes e impossibilitam uma reação coordenada para impedir que os criminosos tenham sucesso na sua empreitada homicida. Obviamente, não se pode dizer que a falta de uma atitude heroica é covardia porque não é. O desejo de sobrevivência que mantemos no nosso subconsciente toma conta da mente e a única coisa que se pensa é deixar o local da tragédia o mais rápido possível. É isso que se vê nas imagens tristes e impressionantes. Covardia mesmo, transmitem os que insistem em dizer que somente com políticas de desarmamento, atos de terrorismo como esses não ocorreriam. A covardia, nesses casos, diz respeito ao medo de pensar, relaciona-se com o pavor de ter que enfrentar a realidade objetiva, fatos e evidências, deriva do desespero por querer propagar soluções fáceis que não encontram eco na racionalidade. Leia também:  Para que serve a toga de um ministro do STF? Armas para a defesa são as únicas formas de se inibir as armas que atacam. Vigias, professores e funcionários desarmados nada mais são do que vítimas em potencial de assassinos armados. Vigias, professores e funcionários treinados e capacitados para agirem com o intuito de retaliar contra ataques como esses, são a única maneira de evitar ou minimizar a perda de vidas preciosas. Câmeras de vídeo, como as que expuseram o massacre, não servem de segurança para eventos dessa natureza. O que elas proporcionam é um espetáculo dantesco que choca, comove e irrita pela incompreensão das autoridades quanto à necessidade da população poder exercer o seu legítimo direito de defesa tolhido pela arrogância dos mistificadores estatólatras. O governo, representado pelas forças policiais, não é onipresente nem onipotente para estar em todos os lugares onde crimes como esse podem ocorrer. O trabalho da polícia é complementar e visa mais remediar do que prevenir atos desse tipo. Leia também:  Razão acima de tudo e liberdade acima de todos Há mais do que suficientes casos onde se viu e se sabe que, quando no local onde se inicia uma ação violenta alguém porta uma arma com chances de retaliar, os criminosos acabam sendo neutralizados. Quando não se tem recursos de defesa porque as leis impedem os cidadãos de se defenderem, aqueles que impõem essa situação são coniventes com a ação violenta dos criminosos, fazendo com que os que promovem as políticas de desarmamento tornem-se cúmplices daqueles que motivados sabe-se lá porquê resolvem tirar a vida alheia. O vídeo é chocante. Se você é a favor do desarmamento, recomendo que você assista, porque talvez a realidade escancarada na sua frente consiga te fazer ver que se uma pessoa de bem, apenas uma, pudesse reagir, vidas perdidas poderiam ter sido salvas. Leia também:  Aprendam, feministas: esse mundo é dos homens – e sempre será O direto à legítima defesa baseia-se na lei da causalidade e não em políticas utilitaristas. Ou seja, ninguém deve ser obrigado a se armar para salvar vidas, mas sim, ninguém pode ser impedido de se […]

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O livre mercado é o melhor remédio contra o preconceito e a discriminação

O livre mercado é o melhor remédio contra o preconceito e a discriminação

14/03/2019

O livre mercado é o melhor remédio contra o preconceito e a discriminação Senado aprova multa para empresa que não pagar salário igual para homens e mulheres na mesma função. Estranhamente, nunca vi ninguém reclamar que o mundo da moda paga muito melhor às modelos do que aos modelos. Vocês conhecem algum modelo masculino ou gay que receba salários iguais aos da Gisele Bünchen? Empresários da moda, assim como quaisquer empresários, estão interessados na lucratividade dos seus respectivos negócios e, portanto, escolherão os melhores e mais produtivos. Se os melhores forem negros, eles os contratarão a peso de ouro. Se forem mulheres, idem. Parafraseando Deng Xiaoping, para os gananciosos empresários, não importa a cor ou o sexo dos gatos, desde que peguem os ratos – e encham seus bolsos de dinheiro, claro. A liberdade de mercado já demonstrou ser o melhor remédio contra os preconceitos e a discriminação, entre outras coisas porque discriminar funcionários, seja pela cor da pele, pelo gênero ou pela religião significa lucrar menos. A própria vocação do livre mercado, cujos incentivos nos levam a não desprezar os bons negócios, assegura que os gananciosos empresários pagarão mais a quem lhes der melhores retornos. Leia também:  Os snipers do governador Witzel, o Estado de Direito e o Império da Lei Por que um empresário, com um mínimo de bom senso e discernimento, pagaria menos a Maria do que a João, sabendo que aquela é mais produtiva e lhe trará maiores retornos do que este? Simplesmente, não faz sentido. Afinal, como sustenta a própria esquerda em suas diatribes anticapitalistas, os empresários são, por natureza, gananciosos – e ganância é o tipo do troço que não combina com qualquer tipo de preconceito. Leia também:  A Copa e o salário dos jogadores: como identificar o “desinformado”, o “bonzinho” e o “ressentido” Texto original Instituto liberal

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As bases da CLT: Carta del Lavoro ou Rerum Novarum?

As bases da CLT: Carta del Lavoro ou Rerum Novarum?

14/03/2019

As bases da CLT: Carta del Lavoro ou Rerum Novarum? Li, esta semana, na Revista Justiça & Cidadania, o artigo de autoria de Aloysio Corrêa da Veiga, Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, intitulado “Justiça do Trabalho, uma Instituição”. Neste artigo, o Ministro defende que foram dois documentos que, efetivamente, serviram de base para a nossa CLT:  Rerum Novarum e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Afirma que: “Dizê-la inspirada no fascismo de Mussolini, consubstanciada na Carta del Lavoro, é desconhecer e violentar a biografia de seus criadores”. Pois bem. Restam-nos, portanto, a Carta del Lavoro e a Rerum NovarumI e ver com qual mais se parece a Consolidação das Leis do Trabalho em sua redação primitiva.   A encíclica do Papa Leão XIII data de 15 de maio de 1891.  Em sua introdução, declara qual será o seu objeto, a condição dos operários, e destaca que colocará em evidência “princípios duma solução”, levando em consideração a justiça e a equidade. A encíclica, como não poderia deixar de ser, destaca que o problema é de difícil resolução. Transcrevo o trecho onde se procura esclarecer as causas do conflito: “O século passado destruiu, sem as substituir por coisa alguma, as corporações antigas, que eram para eles uma proteção; os princípios e o sentimento religioso desapareceram das leis e das instituições públicas, e assim, pouco a pouco, os trabalhadores, isolados e sem defesa, têm-se visto, com o decorrer do tempo, entregues à mercê de senhores desumanos e à cobiça duma concorrência desenfreada. A usura voraz veio agravar ainda mais o mal. Condenada muitas vezes pelo julgamento da Igreja, não tem deixado de ser praticada sob outra forma por homens ávidos de ganância e de insaciável ambição. A tudo isto deve acrescentar-se o monopólio do trabalho e dos papéis de crédito, que se tornaram o quinhão dum pequeno número de ricos e de opulentos, que impõem assim um jugo quase servil à imensa multidão dos proletários.” Logo após, o Papa Leão XIII não poupa críticas à solução socialista. Para ele, o socialismo instiga “nos pobres o ódio invejoso contra os que possuem”. Destaca que tal teoria é incapaz de colocar fim ao conflito e que, caso praticada, prejudicaria os operários; além de ser intrinsicamente injusta por “violar os direitos legítimos dos proprietários, viciar as funções do Estado e tender para a subversão completa do edifício social.” Nas seções subsequentes, resta clara a visão católica da propriedade privada como um direito natural do homem. Vejamos: “Mas, e isto parece ainda mais grave, o remédio proposto está em oposição flagrante com a justiça, porque a propriedade particular e pessoal é, para o homem, de direito natural. Há, efetivamente, sob este ponto de vista, uma grandíssima diferença entre o homem e os animais destituídos de razão.” Desta forma, sob o ponto de vista do valor moral da lei, pode-se dizer que são leis justas quando se encontram em simetria com o que dispõe a lei natural. A própria lei divina proíbe desejar o que pertence aos outros: “Não desejarás a mulher do teu próximo, nem a sua casa, nem o seu campo, nem o seu boi, […]

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