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A previdência não é um problema econômico, é um problema ético

A previdência não é um problema econômico, é um problema ético

02/03/2019

A previdência não é um problema econômico, é um problema ético Previdência devia ser a prioridade número 2. Liberdade econômica deveria ser a prioridade número 1. Jamais vão resolver a prioridade segunda sem resolver a primeira. O inverso não é verdadeiro. A previdência não é um problema econômico, é um problema ético. Nenhum modelo econômico funciona quando a ética que está por trás permite e incentiva que uns vivam à custa dos outros. O problema econômico ligado à previdência é a falta de produtividade do brasileiro que não quer um país minimamente estruturado sobre bases liberais e capitalistas. O governo só vai resolver o problema econômico da previdência, quando a sociedade dispensar a ética socialista do assistencialismo compulsório e o modelo híbrido, ora comunista, ora fascista, que impede, através de regulações autoritárias e impostos confiscatórios, o florescimento dos indivíduos e o desenvolvimento econômico. Leia também:  Presidente do Conselho na Jovem Pan Não existe milagre, ou se opta por mais Mercado e menos Estado, ou jamais deixaremos de ser um país pobre com uma maioria miserável. Todo o resto que se discute sobre o tema não passa de papo furado. Não basta acordar o gigante adormecido, é preciso ensiná-lo a ser livre e independente. Essa tarefa não pode ser feita pelo governo, essa instituição que nos quer submissos e obedientes. Não nascemos para cumprir servilmente um propósito coletivo estabelecido pelo governo. Nascemos para sermos livres e criativos para escolhermos os nossos próprios propósitos, para os quais não queremos que haja limites, a não ser o respeito a esse mesmo direito do próximo. Leia também:  O que devemos fazer com leis inúteis e autoritárias?   Texto original Instituto liberal

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Se o Carnaval gera riqueza, por que depende de dinheiro público?

Se o Carnaval gera riqueza, por que depende de dinheiro público?

02/03/2019

Se o Carnaval gera riqueza, por que depende de dinheiro público? Em meio ao cenário de recessão que assola o Brasil desde que o “dique” que segurava a catástrofe financeira engendrada pelo PT em seus 13 anos de Planalto¹ (leia-se: logo após garantir a reeleição de Dilma), as prefeituras de mais de 70 municípios do Brasil já avisaram que não irão destinar dinheiro do pagador de impostos para a realização dos desfiles de carnaval. Não chega a parecer sandice: se eu estou passando por um período de vacas magras, natural é ficar um tempo sem frequentar festas, certo? A irresponsabilidade fiscal, ao fim e ao cabo, cobra seu preço, e supérfluos acabam por entrar na lista de cortes a serem efetuados nas despesas. Não foi bem assim, todavia, que reagiu determinada parcela de nossa população. Em meio aos muxoxos produzidos aqui e acolá, foi possível captar três principais motivos para o azedume. Vejamos, pois, se procede a choradeira: 1) A festa pagã mais tradicional do país gera empregos: Segundo consta dos arrazoados, o dinheiro proveniente dos cofres públicos investido na folia de Momo retorna na forma de oportunidades para os envolvidos com os preparativos e a produção do evento. De fato, não há como negar o que se vê. São criadas vagas diretas no mercado de trabalho quando a administração local repassa dinheiro para as escolas e blocos, e estas, então, compram material para a confecção de fantasias e demais adereços, adquirem instrumentos musicais e promovem gastos afins. A “indústria do carnaval”, ademais, pode ter a capacidade de gerar empregos de forma indireta, estimulando os setores hoteleiro e alimentício, por exemplo, fomentados pelos gastos dos foliões. Mas o perrengue reside no que não se vê. Se este prefeito direcionar estes mesmos recursos para Educação e Saúde (e eu duvido que alguém de mente sana discorde deste remanejamento), outras atividades econômicas relacionadas a estes setores, da mesma forma, serão impulsionadas e poderão, então, contratar mais pessoal. E se os cidadãos não poderão gastar seus caraminguás durante os dias de apresentações – fazendo o “dinheiro circular”, o sonho dos Keynesianos² (e pesadelo de quem fica pra ver o resultado), fique tranquilo: eles acharão alguma outra coisa para gastar. E possivelmente sejam gastos mais úteis, sinceramente. Leia também:  A esquerda elegerá Jair Bolsonaro Ah, mas e se a festa atrai pessoas de outros rincões? Passemos, então, ao item 2. 2) Se há demanda, então deve haver interesse publicitário; Carnavais como o do Rio de Janeiro dispensam comentários: são espetáculos que trazem turistas de todas as partes do globo, empilhando dólares e euros nas caixas registradoras dos empreendedores locais, desde o vendedor de chá na praia até o proprietário do Copacabana Palace. Mas é de se indagar: se este show possui um potencial de marketing tão notável, como ele não consegue se auto-sustentar? Por que as agremiações precisam de subvenção do Estado? Um evento transmitido para diversos países não tem como captar recursos por conta própria? A resposta, ao que parece, pode ser encontrada no regulamento da liga das escolas de samba do RJ – e que costuma ser emulado, em grande parte, por […]

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