MOVIMENTO SUL É O MEU PAÍS

A Guerra que o STF não pode vencer

01/03/2019

A Guerra que o STF não pode vencer Ao tentar passar por cima do parlamento e, portanto, do regime democrático, pisando na separação dos poderes e contrariando a moral e os costumes da nação, o nosso “Supremo” Tribunal Federal iniciou algo que, por enquanto, ainda não consegue imaginar as consequências. O STF, por conta de seus próprios erros e na lentidão que possui para combater a corrupção, cavou sua própria cova. É fato, porém, que esse tribunal ainda não se jogou dentro do buraco que criou, ao menos. Talvez os ditos guardiões da constituição ainda tenham uma chance de se provarem Homens normais, não compactuando com os absurdos propostos pela militância LGBT – sim, LGBT, pois me recuso a cair nessa mudança de letras a todo o momento; é uma piada um movimento que quer ser levado a sério sequer conseguir ter um nome minimamente coeso –; se não desconstruíram os próprios olhos, se ainda conseguem enxergar a realidade social e a obviedade que é a diferença dos dois únicos sexos (vulgo, gêneros) existentes, se, ao menos, vislumbrarem o caos jurídico que se criará com a criminalização do que chamam de “homofobia”, talvez os membros STF ainda tenham alguma chance. Como qualquer corpo político (e quem quer que diga que o STF não o é… está com problemas sérios), esse tribunal precisa de legitimidade. O histórico de atuação do nosso “Supremo” não está lá muito bom: a favor da falta de moral do STF somam-se as solturas de vários políticos e ex-políticos presos, com provas acumuladas em investigações feitas pelo Ministério Público; acrescenta-se, igualmente, o desligamento do Supremo com a própria Justiça (e, por favor, não confundam com o sistema brasileiro de justiça) ao criar uma jurisprudência que prevê a não-punição de assassinos – estou me referindo a médicos que matam crianças dentro do ventre das mães, além das próprias filicidas – e, para coroar, a tentativa clara de soltar a maioria dos presos já condenados pelo sistema judiciário e, com eles, o bandido mais conhecido e amado do país, Lula – algo que rendeu à nossa Suprema Corte uma breve brisa da realidade, pois as Forças Armadas, bem como a população gritando “um cabo e um soldado” e, claro, juízes de primeira instância se recusando a obedecer seu “Supremo” Tribunal, deram um recado bem claro aos nossos divinos togados: suas deidades não passam de pó. Esse pó, essa poeira, leitores, muda rapidamente. Ela pode modificar todos seus ingredientes na mais leve lufada de ar, pois não possui sustentação própria, ela não tem um peso severo que a fixa em algum lugar. O que o STF fez foi transformar a si mesmo nessa poeira, nessa infeliz coisa que pode até estar em todos os lugares, mas é facilmente mudada. A Justiça, a Verdade, a realidade, o certo, o belo: nada disso põe nossos divinos ministros no chão, pois acham que, como deuses, podem ascender aos céus facilmente, contudo, a única coisa que sobre com facilidade é a mísera poeira. Acredito que, se esse tribunal continuar indo na direção que traçou, iniciará uma guerra na qual não pode sair vitorioso. Com […]

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Recuperação Lenta e Gradual da Economia: PIB Cresceu 1,1% em 2018

Recuperação Lenta e Gradual da Economia: PIB Cresceu 1,1% em 2018

01/03/2019

Recuperação Lenta e Gradual da Economia: PIB Cresceu 1,1% em 2018 Em 2018, o PIB do Brasil cresceu, em termos reais, 1,1%, mesmo número de 2017, conforme antecipou o Monitor do PIB da FGV. Após dois anos de crescimento negativo (2015 e 2016, com taxas de -3,5% e -3,3%, respectivamente), durante a pior recessão da história, a recuperação tem sido lenta e gradual. No relatório do Monitor do PIB da FGV, há um gráfico bastante interessante, que mostra como em 2017 a atividade econômica foi parando de piorar (o que não significa, necessariamente, melhorar), até atingir em outubro a primeira taxa positiva (no acumulado em 12 meses). No dado oficial do IBGE, foi no quarto trimestre de 2017 que também houve a primeira taxa positiva. E, ano passado, a economia ficou praticamente estável nesse patamar próximo de 1%, conforme os Gráficos 1 e 2. Ano passado, pelo lado da oferta, a agricultura ficou praticamente estagnada (0,1% de crescimento), depois do desempenho excepcional em 2017, com crescimento de 12,5%. Após quatro anos (2014-17) de crescimento negativo, a indústria voltou a apresentar um dado positivo (0,6%), enquanto os serviços (que correspondem a mais de 70% do PIB) apresentaram um crescimento mais robusto ano passado do que em 2017 (1,3% e 0,5%, respectivamente). Leia também:  A ONU a serviço de um criminoso e de um plano ideológico Já pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,9%, pouco mais do que o número de 2017 (1,4%). O consumo do governo ficou estagnado (0,0%) e as exportações e importações cresceram (4,1% e 8,5%, respectivamente). Já os investimentos, após quatro anos consecutivos de queda, voltaram a crescer em 2018 (4,1%). Lembrando que este número dos investimentos foi maior por causa das plataformas de petróleo. Caso isso não ocorresse, o número seria menor. A taxa de investimento, que já foi de mais de 21,0% do PIB em anos passados (e, mesmo assim, baixa em relação a outros países latino-americanos, como Chile, Peru e Colômbia, por exemplo), passou de 15,0% em 2017 para 15,8% do PIB em 2018. O crescimento do PIB ano passado poderia ser melhor, inclusive era o que projetavam os analistas no começo do ano. No primeiro trimestre de 2018, as projeções (mediana das expectativas de mercado, segundo o boletim Focus) chegaram a ser quase o triplo do dado efetivo divulgado pelo IBGE. Porém, conforme os dados foram saindo, foi sendo percebido que a recuperação da economia seria mais lenta e gradual do que se esperava antes. Além disso, a greve dos caminhoneiros em maio, prejudicou bastante a atividade econômica. Apesar de ter sido uma questão pontual, depois revertida (recuperação em V), os efeitos negativos para a economia no ano foram intensos. As incertezas eleitorais de 2018, com impactos no câmbio (chegou próximo dos R$ 4,20 / US$ em setembro), o risco-país (CDS de 5 anos, que passou dos 300 pontos também em setembro) e o aumento dos juros futuros também contribuíram para essa lenta e gradual recuperação da economia. Leia também:  Separação dos poderes e eleições 2018 Com a divulgação do dado de 2018, fechando o último quadriênio presidencial (com dois Presidentes, […]

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